quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Certificações em Gerenciamento de Projetos

Se você pensa em obter uma certificação em gerenciamento de projetos, utilize a tabela a seguir para auxiliar na tomada de decisão:


sábado, 2 de maio de 2009

“Sempre fui e sempre serei desorganizado”

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, desorganização, dificuldade em definir prioridades e uso inadequado do tempo disponível, não são características genéticas que passaram de pais para filhos, mas fruto de influências externas, consideradas por nós como referências na tomada de decisões.

Em algum momento, no entanto, essas pessoas podem ter simplesmente desistido de melhorar, por acreditar que ser disciplinado em relação ao uso do tempo, baseado em suas referências, era simplesmente impossível. A boa notícia, entretanto, é que assim como os maus hábitos foram adquiridos, eles podem ser "desaprendidos" e substituídos por hábitos que podem fazer a diferença.

Atitude que conduz à mudança só é despertada por um profundo desejo de mudar e pela percepção, clara e inequívoca, de que a ela é necessária e possível. Alguém comentou comigo uma vez que: "(...) há sempre muitas iniciativas, mas realmente, pouquíssimas terminativas". Para mudar é preciso vontade, persistência e determinação para ir até onde se propôs ir.

Vale lembrar ainda que, mudanças radicais, apesar de serem possíveis, por vezes são dolorosas e podem parecer desafiadoras demais, levando à desistência, quando não se consegue perceber resultados no curto prazo. A alternativa é uma mudança gradativa, formada de pequenas vitórias nas tarefas e atividades do dia a dia, que aumentam a confiança e o sentimento de progresso. Stephen Covey, autor dos "7 hábitos para pessoas altamente eficazes", ressalta que não somos fruto de nossa genética, mas de nossas escolhas; e nessas escolhas, certas ou erradas, somos soberanos. Portanto, ser ou não desorganizado, usar bem ou mal seu tempo, é sempre uma questão de escolha. Pense nisso!

Na prática: experimente estabelecer um objetivo para a próxima semana. Algo que você queira mudar, mas ainda não teve sucesso. Não escolha nada muito difícil, mas um pequeno aspecto de sua vida que você tem certeza de que, esforçando-se, conseguirá vencer. Coloque como meta, realizar essa mudança durante 30 dias. Se um mês parecer muito, tente apenas uma semana.

Se você tem dificuldade em chegar na hora no serviço, por exemplo, tente acordar 20 minutos mais cedo na próxima semana, e monitore os resultados. Registre num pedaço de papel quantos dias você conseguiu cumprir o acordado, e ao término da semana, tente lembrar-se das razões pelas quais você falhou e o que pode fazer parar que não falhe na próxima semana. Lembre-se também de se dar o crédito pelo seu esforço e mantenha o foco no sucesso alcançado naquela semana. Quando estiver dominando esse objetivo, estabeleça outro um pouco mais desafiador. Não pare mais esse processo, e jamais desista.

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“I've always been and always will be a messy person”

Despite of some people might think, being messy, having trouble setting priorities and unwise use of time available are not part of our genetic make-up passed throughout generations, but the result of external influences, many times considered by us as reference point in decision-making processes.

At some point of their lives, however, these people could have given up improving their ways, most of all because of the false belief that being disciplined regarding the good use of time, based upon what they have seen, was simply impossible. The good news is that the same way bad habits were acquired, they can be “unlearned” and replaced by better habits that can make a real difference.

Attitude leading towards change can only be acquired by a deep desire of change e by knowing in a clear and unambiguous way, that change is required and possible. Someone once told me that “(...) there are always many initiatives, but only a few finishatives” (something might have been lost translating this into english, sorry about that, but I hope you get the idea, sounds weird in portuguese too ;). To change that desire, persistence and determination are needed to go as far as one had decided to go.

It is good to keep in mind that radical changes, although possible, many times are painful and may seem too challenging, leading to a strong urge to quit when it is hard to notice short term results. The alternative is changing slowly, step by step, achieving small victories on a daily basis. This will increase self-esteem and the sense of progress. Stephen Covey, author of “7 habits of highly effective people” tells us that we are not the product of our genetic make-up but of our choices; and by deciding about these choices, right or wrong, we are totally accountable. So, to be or not to be a messy person, use your time well or not, is always a matter of choice. Think about it!

Practical suggestion: try to establish a goal for next week. Something you want to change, but still haven't been successful doing it. Do not choose something very difficult, but a small aspect of your daily life that you know you can do it if you set your mind into it. Set it as a goal to do that for 30 days. If a month seems too much, do it for a week.

For instance, if you have trouble getting to work on time, try waking up 20 minutes early next week and check the results. Record in a piece of paper how many days you succeeded fulfilling the agreement and, at the end of week, try to remember the reasons why you have failed doing it and what you could do to keep you from failing again next week. Remember also to give yourself credit for your efforts and focus on the success achieved last week. When you have mastered this goal, set another one, a little more challenging. Don't stop this process (ever) and never quit.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Os truques Ninja do Gmail

Algumas dicas que aprendi para refinar as buscas por mensagens no Gmail e achei interessante compartilhar. Esses atalhos facilitam bastante, e também estão disponíveis na página de busca do gmail. N!ao utilize as aspas, apenas as expressões entre elas.
  1. "is:unread" - Para localizar todas as mensagens que ainda não foram lidas
  2. "from:email@gmail.com is:unread" - Para localizar todas as mensagens não lidas de um e-mail específico
  3. "has:attachment" - Localiza mensagens que possuem anexos
  4. "is:chat" - Localiza conversas de chat armazenadas
  5. "from:email@gmail.com is:chat" - Muito bem! Você entendeu a idéia.
  6. "is:starred" - Retorna mensagens marcadas com
  7. "subject:" - Pesquisa no assunto das mensagens
  8. "to:me macetes" - Pesquisa todas as mensagens enviadas para mim que contenham a palavra "macetes" em qualquer lugar da mensagem.
  9. "to:me -macetes" - Pesquisa todas as mensagens enviadas para mim que não possuem a palavra "macetes
  10. "after:2008/2/25 before:2010/2/26" - Pesquisa todas as mensagens com data posterior a 28 de fevereiro de 2008 e 26 de fevereiro de 2010.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Um vôo atípico para Salvador

No último sábado, foi a primeira vez que viajei para Brasília, fazendo conexão em Salvador e levando o triplo do tempo que levaria em um vôo direto, sem reclamar. Valeu a pena saber falar inglês e estar no lugar certo, na hora certa...

Fui à Brasília para fazer uma prova, mas em especial para passar alguns momentos com a família. Ao chegar no salão do aeroporto em Recife, e confirmar que o vôo estava atrasado, vi um grupo do que pareciam ser norte-americanos sentados juntos conversando e falando inglês em alto e bom tom, como se ninguém perto deles entendesse mesmo o que estavam dizendo.

Deduzi rapidamente que eram músicos, pelo tipo de chapéu que cada um usava e em especial porque um deles tinha um pequeno violão (muiiiito legal) de onde estava tirando um som sensacional. Por gostar de música, acabei sentando próximo, para ficar ouvindo e me distrair do maçante atraso a que, infelizmente, estamos sendo obrigados a nos acostumar aqui no Brasil.

À minha frente, numa mesinha de café, um deles conversava (em inglês) com um brasileiro enquanto tomavam café. Também falavam alto, e não pude deixar de ouví-los, mesmo sem querer. O brasileiro perguntou: - Vejo que vocês são músicos, estão de férias aqui no Brasil?
O outro respondeu: - Na verdade estamos em uma turnê com a Banda...
- E qual é a banda de vocês? O brasileiro perguntou.
- A banda da Alanis Morissette.

Foi nesse momento que meu queixo caiu, os ouvidos abriram ainda mais e os olhos começaram a moverem-se descontroladamente para todos os lados procurando, procurando... Para minha alegria, o brasileiro também se surpreendeu e (quase tirando as palavras da minha boca) perguntou:

- Uau, vocês fizeram um ótimo show ontem à noite! Onde ela está?
- We are hanging out here... The big boss is over there... E ele apontava para a sala VIP da TAM.
Nesse momento acho que eu era o único (além do outro brasileiro, é claro) que sabia que eles tocavam com a Alanis, e ela estava ali, na salinha... Maldito cartão fidelidade vermelho! O meu ainda é branco... :(

Bem, fiquei mais atento e percebi a movimentação discreta dos comissários que vieram pelo cantinho e rapidamente a conduziram pelo corredor de embarque em direção ao avião. Acho que só eu percebi, afinal ela estava com óculos escuros que ocultavam metade de todo o rosto e saiu cercada de gente comum, e não seguranças. Tudo muito rápido e sutil.
Uou! Alanis ia no meu vôo pra Salvador... Deixa estar... No avião eu chego lá para falar com ela...

Encurtando: não consegui falar com ela. Ela sentou cinco fileiras na minha frente, fechou a janela e colocou duas pessoas: uma no meio e outro no corredor. Uma fileira de músicos da banda na frente, atrás e do outro lado; os óculos ficaram durante o vôo... o acesso ficou difícil. Parecia que ela não estava no clima para tirar uma fotografia mesmo... Mas valeu só a curtição.

Minha música favorita dela é "You Learn" e adoro o cd "Jagged Little Pill" além do "Acústico".

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Gestão do Conhecimento na Prática

Ontem concluímos as atividades da minha primeira turma de Gestão da Informação e Processos Organizacionais da FBS (Fafire Business School), curso de Pós-graduação aqui em Recife, Pernambuco. Muita qualidade nas participações e um clima dinâmico e descontraído durante os encontros foram o destaque. Aprendi bastante com os novos amigos (da esquerda para a direita) Anderson, Thiago, Moisés (esses dois, velhos amigos), Mauro e Charles, além das mocinhas Melina e Valéria. Uma imagem do momento de descontração proporcionado durante o "Guarascoito" (Guaraná+Biscoito), servido no padrão das melhores cozinhas internacionais.
Meu sincero agradecimento pelos bons momentos!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

O e-mail de mil e uma utilidades

Lembro-me que há cerca de doze anos, quando eu trabalhava como estagiário na Radiobrás, o e-mail ainda era um ilustre desconhecido para algumas pessoas. Houve ocasião em que uma das colegas fez questão de lembrar à chefe que um cliente gostaria de conversar com ela com urgência e que já até havia passado um "ê-maíu" reclamando; alguns levantaram a cabeça como se tivessem escutado algo novo, e apertaram os olhos, curiosos. A chefe, sempre cortês, procurou resolver rapidamente a questão:
"Obrigada; por favor diga a ele que responderei o e-mail ainda hoje".

Naquela época, poucas pessoas tinham acesso a contas de correio eletrônico, e os webmails gratuitos ainda estavam começando a construir seus modelos de negócio. De lá para cá, é difícil encontrar alguém que ainda não tenha compreendido a importância dessa ferramenta. A rápida troca de mensagens, tornou-se uma maneira de tornar formal acordos que antes eram verbais e informais.

Não é raro encontrar pessoas que esqueceram as regras básicas da boa educação e que numa conversa face a face, após combinar alguma coisa de seu interesse com a outra pessoa, acabam por solicitar: "Me mande um e-mail, para que eu não me esqueça". Em outras situações, entretanto, essa é a ação mais inteligente, em especial no ambiente corporativo: muitos acordos são realizados em reuniões sem ata, ou através de ligações telefônicas. Para garantir que os acordos foram entendidos por ambas as partes, essa "formalização" normalmente se dá via e-mail. As pessoas guardam aquela mensagem como se fosse um documento que comprova o que foi dito e acordado, para que, se a contra-parte esquecer-se disso no futuro, possa ser lembrada de que foi combinado. Concordo com isso. E-mails contam histórias. Nós temos a memória curta, e defendo sempre colocar as coisas no "papel" (ou seria no video ;), ou seja, tirar as idéias da cabeça e colocá-las por escrito para nos certificar-mos de que estão claras o suficiente e de que foram corretamente entendidas. Muitos conflitos são evitados nas organizações através dessa prática. Pouco a pouco, o correio eletrônico vem substituindo memorandos e o famigerado caderninho de assinaturas (aquele que toda secretária pede para você datar e assinar quando está entregando ou recebendo um documento), considerando as confirmações de recebimento e leitura oferecidos pela maioria dos programas; mas o danado do caderninho ainda persiste...

E-mail é um recurso simples que facilita bastante a comunicação. Mas as vantagens não vêm sem alguns efeitos colaterais indesejáveis. Dois grandes problemas prejudicam a comunicação oferecida por essa fantástica ferramenta: o SPAM (Receber mensagens que não te interessam, tão irritantes quantos as propagandas pouco ecológicas que chegam pelo correio) e a ignorância. Correntes e ppts anexados são dois dos maiores desperdiçadores de tempo nos últimos dez anos.

Um exemplo corporativo: um gerente coordena 10 colaboradores. Para manter o gerente informado de suas ações (e evitar que ele depois diga que não sabia o que estava acontecendo), por receio ou falta de confiança, cada mensagem enviada pelo colaborador para outras áreas da empresa ou para clientes, é também copiada para o Gerente. Se em um dia de trabalho, o colaborador enviar 10 mensagens, o gerente terá que acompanhar:
  • 100 mensagens por dia;
  • 500 por semana;
  • 2000 por mês e
  • 24.000 por ano.
Resultado: o gerente não lerá as mensagens dos colaboradores e não responderá aquelas que forem realmente importantes pela dificuldade em separar o joio do trigo, passando a ignorá-las. Por mais ilógico que isso possa parecer, já trabalhei em empresas onde isso era uma prática frequente. O volume de mensagens era absurdo.

Outro exemplo curioso são as listas que agrupam, setores, diretorias ou (ai, ai) toda a empresa. Pense bem: será que um colaborador deve se dirigir a toda a empresa? Não me entenda mal, sou a favor da liberdade de expressão e do livre fluxo de informações, mas será que todos os colaboradores têm o discernimento para identificar que tipo de informação interessaria a todos? A coisa piora quando, após enviada a mensagem para essa lista, começam as respostas, que atingirão a todos da lista; assim, uma mensagem indesejada enviada a 5oo colaboradores, reúne em si o potencial de receber 500 respostas... Com certeza, são raras essas mensagens e esse não é um recurso que deve estar acessível para toda a organização. O e-mail não existe para ser utilizado como "transferência de responsabilidade", mas como instrumento de cooperação e troca eficaz de informações.

Algumas sugestões sobre como proceder:
  • E-mail não é chat; evite enviar mensagens fazendo apenas uma pergunta, pois elas serão respondidas com respostas curtas que podem gerar outras perguntas (PING-PONG) ... às vezes é melhor telefonar, esclarecer e depois registrar via e-mail.
  • Você está enviando o e-mail somente para as pessoas que precisam ser envolvidas?
  • Os que receberão uma cópia, realmente precisam dessa informação?
  • A mensagem contempla apenas um assunto? Facilita a comunicação e a organização lidar apenas com um assunto por vez.
  • A linha de assunto (Subject) é a mais importante: ela resume o conteúdo do e-mail? Se você precisa de uma resposta, vale a pena colocar no assunto "Favor responder até dia 20/12 às 12h".
  • Defina, logo no início as principais ações (e os responsáveis por elas);
  • O conteúdo é objetivo? É preciso respeitar o tempo das pessoas que lerão a mensagem. Seja preciso e claro.
  • O conteúdo foi revisado? "Ténicas dr redacao e o bom usa da gramtica".
  • O anexo é realmente necessário? Anexos tornam as mensagens mais pesadas e aumentam o tráfego na rede. Não seria interessante enviar o link para que todos tenham acesso?
  • Não há nada mais irritante do que ler uma mensagem enorme, que contempla o vai-e-vem de mensagens para os envolvidos e descobrir posteriormente que aquilo não tem importância ou relevância para você. Se for realmente necessário enviar o histórico de outras mensagens junto com o e-mail, destaque os pontos relevantes logo no início; faça um resumo e não obrigue o leitor a ler todo o conteúdo do e-mail para entender do que se trata.
E você conhece outra dica? Alguma história interessante sobre o uso do e-mail?

Bom final de semana!

sábado, 18 de outubro de 2008

O bom filho à casa torna



Já faz algum tempo desde que concluí o MBA em Gestão Empresarial no CEDEPE, em Pernambuco. Essa semana tive a grata satisfação em receber e aceitar o convite para retornar, mas agora para atuar como facilitador para a turma do MBA em Marketing no próprio CEDEPE, agora, CBS (CEDEPE Business School).

Esta é a minha primeira turma, e devo dizer que o pessoal é o máximo: ótimo astral, participativos e interessados, enfim: profissionais de sucesso, tenho certeza! Mesmo estudando o sábado inteiro o pessoal mostrou a que veio na disciplina de Sistemas de Informação em Marketing.

Um facilitador não poderia pedir por uma turma melhor em seu primeiro curso no CBS. Parabéns a todos! Saíram bem na foto! As mocinhas em maior número têm a tarefa de analisar o contexto de marketing para o Hotmail; em menor número, mas não em desvantagem, a equipe que vai revolucionar o marketing do Gmail. Na próxima sexta veremos os resultados! Que vença a melhor equipe!